Uma pessoa recebe um presente. Ela admira a embalagem de papel colorido
e a linda fita que o envolve. Ela agradece a quem a presenteou e imagina que
o presente seja muito bonito. Mas não abre a embalagem. Contente, deixa o
embrulho em cima da mesa da mesma forma que recebeu. Não diríamos nós
que isso é uma tolice? E essa atitude não torna o presente inútil?
Natal é a celebração do maior de todos os presentes, jamais visto e oferecido por
alguém, uma dádiva de amor! Deus é o Doador. Ele nos mandou seu presente
na forma de um bebê.
Todos gostam de um recém-nascido, não é verdade?  Ele não é
adorável, meigo, delicado gracioso? Vamos olhar para Jesus deitado na humilde manjedoura em Belém... É difícil encontrar alguém que não goste de
um bebê. E ninguém faz objeção ao Jesus menino. Nenhum dos poderosos
desse mundo ficaria preocupado se Jesus fosse sempre assim, um "indefeso"
bebê.
Mas é importante e essencial olhar além do Natal. Devemos ver o bebê
que se tornou menino, que se tornou homem, que foi crucificado, ressuscitou,
subiu ao céu, e retornará como juiz de todos os viventes.

Precisamos abrir o pacote, examinar o presente, tomar posse dele!  Deus ofertou este presente para tirar os pecados do mundo.  Ele nos ama tanto que deu o seu Filho "para que todo aquele que nele crer não pereça, mas tenha a vida eterna" (João 3.16).

Do livro
Um menino nos nasceu...

(texto retirado do presente de
Natal que ganhei da
minha amiga Norma Pavarini)

 



 

 

 

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